Maldades, Maldades... Adoro Maldades!

Para apreciadores de "maldades" com nível, requinte e inteligência, que sabem saborear humor sátiro... Pautado por visões "dark side" do quotidiano.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

As Únicas Três Coisas...

... Que me apetecem são:

- Dormir;
- Comer;
- Foder.

... Louca e desenfreadamente e não necessariamente por esta ordem.

Uma vez que só posso fazer uma delas, já que comer está fora de questão a menos que queira concorrer ao próximo "Peso Pesado" e da última vez que verifiquei o foder requeria (no mínimo) um parceiro, será que alguém me faz o favor de explicar como é que se dorme com fome e com tusa?!

On Killing Edge

E eis que tudo parece estar a descambar novamente!

O cansaço está a tomar conta de mim e a ocupar todas as células, todos os meus neurónios, TODO o meu ser e alminha.

Não aguento mais! E por ter chegado a esta fabulosa conclusão, vou tirar esta 5ª e 6ªf e a próxima 2ªf. O problema está que ainda que vá ajudar, não me irá de todo resolver o problema. :(

Ando permanentemente no limite. Tenho pensamentos que me metem medo, tenho vontade de gritar (berrar é o melhor termo), espernear, bater (espancar é mais correcto) e matar com elevado grau de requintes de malvadez a roçar o dantesco e macabro.

A sério! Se algumas das pessoas com quem partilho o meu dia-a-dia fizessem uma pequena ideia do que cá vai dentro, escondiam-se, sendo que algumas teriam mesmo de desaparecer do mapa.

Como se isto já não fosse mau o suficiente... Os meus sonhos voltaram.

Que sonhos? - Perguntam vocês (ou não).

É claro que sonho todos os dias e lembro-me SEMPRE dos meus sonhos com exactidão. Deve ser por isso que não descanso o suficiente. Este cérebro não pára. Aliás, vendesse eu alguns dos meus sonhos a Hollywood e amigos... Óscares garantidos! ;)

Falo dos sonhos onde a constante presença do R me "persegue". Habituada a sonhar com ele, estou eu há anos. Mas sonhar em dois sonhos distintos numa só noite... É pah, menos!

É uma questão que me perturba. O por quê do meu cérebro andar sempre a repescá-lo. O por quê do meu inconsciente me fazer passar por esta privação e esta angústia. Por quê?!

Enfim... Hoje é para mim 6ªf e por isso vou ter de me aguentar.

Bom dia para todos!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Recordes

Bati dois recordes a semana passada.

1º Fiz quatro vezes por semana 7Km de caminhada.

2º Na 5ªf lambuzei-me com um petit gâteau a seguir ao jantar e na 6ªf depois de um jantar super saudável (omellete e salada) comi dois mega crepes com mel, canela e gelado. Ou seja, bati o recorde da estupidez e da gula ao mesmo tempo. 

Eu sou boa nesta coisa de bater recordes. ;)

Boa 2ªf para todos!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Não Digam a Ninguém...

... Mas hoje depois de uma caminhada de 7km, cheguei a casa, tomei banho, comi um prato de sopa e acabei de me lambuzar num petit gâteau com morangos.

Shame on me. I know. :(

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Quantas Desculpas...

... Conseguem vocês inventar no espaço de 3 milionésimos de segundo para não irem trabalhar?!

Muitas, amigos! MUITAS!!!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Não Há Carnaval?!

Pois não! E por não haver Carnaval é que hoje me cruzei com cerca de 20 automobilistas, com cerca de 10 peões e não vi um único autocarro.

Se houvesse Carnaval era certo que não me cruzava com ninguém.

Pois, não são só as escolas que pararam. Mas será que essa gente (Governo) não entende que à força e contra vontade não levam a malta a lado nenhum?!

Para mim é complicado aceitar que essa gente não entenda isso. É que não tem ciência nenhuma. Será que não percebem que será sempre assim? Que um português revoltado ainda que se veja obrigado a trabalhar, vai fazer pior, ser pior?!

Enfim... Também vos digo uma coisa. Os que irão tirar este dois dias (hoje e amanhã), são os que podem. Os a quem não lhes faz diferença ao final do mês. Ou seja, quem irá trabalhar são os mesmos de sempre. Os que precisam. Os que ainda que revoltados com esta realidade se vêem obrigados a trabalhar por não poderem dar-se ao luxo de dar voz à sua revolta, por serem sempre os mesmos a sacrificarem-se por um país que não lhes oferece nada e que só favorece os de sempre.

Dito isto, meus amigos, bom Carnaval! Eu ando mascarada de palhaça o ano todo, por isso mais estes dois dias, não farão grande mossa. ;)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

In My Dreams...

Cada vez mais tenho a certeza de que as caminhadas ao final do dia me fazem bem.

Primeiro, pelo motivo óbvio do exercício e depois por que durmo bastante melhor. É verdade quando dizem que o exercício ajuda a expulsar as energias negativas e a expurgar a alma - Isto foi demasiado profundo dado o contexto, mas hoje é 6ªf, logo tem desculpa.

E se a minha alma precisa de ser expurgada. Diria mesmo que precisa ser exorcizada, tal não é o gelo que a habita e que me tem dado momentos de absoluta esquizofrenia assassina.

Mas não é sobre isso que vos quero escrever. Quero dizer-vos que esta noite, nos meus sonhos, conheci o homem da minha vida. Esperem, emendo! O homem dos meus sonhos. LOL!

E tenho a dizer-vos que é exactamente o oposto do que me atrai nos homens na vida real. Se calhar é esse o meu problema. Se calhar ainda não encontrei o homem da minha vida, não por que ele não exista (not), mas por que não estou a focar-me no tipo de homem certo.

Pois bem, é já conhecida a minha tendência para homens mais velhos. Mas mais velhos, com um margem máxima de 10 anos. Quero um homem. Não quero nem um pai, nem um avô. Apesar de não gostar de generalizar, tenho mais tendência para homens morenos, com olhos e cabelos escuros.

No meu sonho, estou numa cantina com a minha mãe (coisas de sonhos) quando um belo ragazzo que aparenta ter a minha idade (28 anos) tropeça em mim com o seu tabuleiro. Olho para ele, que a custo tenta equilibrar o conteúdo do mesmo e quando ele finalmente olha para mim, com os seu lindos olhos azuis para me pedir desculpa, algo acontece.

Ele é alto, com o corpo bem constituído, pele clara e cabelo castanho claro. Pede-me desculpa e dou por mim a convidá-lo a sentar-se à nossa mesa (isto tudo enquanto a minha mãe tinha ido buscar comida para nós duas).

Quando a minha mãe chega, encetamos numa agradável conversa e quando dou por ela, o rapaz que é um chef profissional, é convidado para preparar os menus da nossa festa (?).

Já na festa, o amor acontece quando ele, por um acidente provocado por um dos empregados de mesa a recolher os pratos na cozinha, se corta numa mão. Eu não sei por que sou chamada para fazer o curativo, mas pareceu-me ser a única com estômago suficiente para ver sangue.

O corte não era assim muito profundo, mas era o suficiente para causar dor e precisar de levar pontos. Enquanto faço o melhor que consigo para estancar o sangue e levá-lo para o hospital, dou por mim perdida naquele olhar que sussurrava directamente à minha alma.

E foi assim. Não aconteceu nada. Lamento desiludir-vos, mas acordei com a sensação de que conheço o rapaz. Onde, de onde, quando e como... Não sei! Acho que nunca o vi na vida. Mas que a minha alma o reconheceu... Isso sim!

E sim, eu sei que isto é a necessidade besta que eu tenho em encontrar um sentido, um sentimento de pertença nesta vida. Mas ainda que tenha sido apenas um sonho ridículo, hoje enfrento o meu dia com melhor humor (e isto não quer dizer com bom humor, já que o meu humor ultimamente roça a linha do homicídio).

Enfrento o meu dia com a esperança ilusória, mas já há muito perdida, de que talvez (só talvez) o que eu tanto precise ande aí... Somewhere out there just waiting for me.

Boa 6ªf!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Porquê?

Às vezes paro a pensar o porquê de sentirmos determinadas coisas que se revelam impossíveis de ter.

Por que é que nos apaixonamos por alguém que nunca nos corresponderá? Por que é que sentimos falta de algo que nunca tivemos e muito provavelmente, nunca teremos?

Por que é que o nosso coração teima em procurar conforto onde nunca o encontrará?

Porquê?

Será algum tipo de cruel desígnio que simplesmente gosta de nos ver sofrer e debater questões e sentimentos impossíveis de lidar com?

Não sei!

Apenas sei que é assim que me sinto ultimamente. A sofrer com sentimentos que não me levam a lugar algum. A desejar coisas que não se revelam ao meu alcance. Nem actual nem futuramente. E pergunto-me por quê. Por que é que teimo eu em persistir no que nunca será?

E se me considero uma pessoa minimamente inteligente e consigo perceber isso, então por que não muda o meu coração de direcção? Por que sinto eu dentro de mim, no mais profundo abismo da minha alma que devo sofrer por algo que sei ser meu ainda que possa nunca vir a ser?

Perguntas e mais perguntas... Sentimentos e convicções aos quais não posso, não consigo dar uma resposta lógica e coerente.

Conseguirei alguma vez?

Gavin DeGraw - I Don't Want To Be



Descobri este menino há uns dias e estou a gostar das músicas dele.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Saudade, Amor...

Estão a ver aquela mosca cuja picada dá sono? A mosca tsé-tsé? - Pois, se calhar não estão a ver e ainda bem, mas imaginem, sff.

Pois! Algo semelhante me está a atacar de há uma/duas semanas para cá, mas que em vez de me provocar sono, está a provocar-me uma saudade imensa e sem fim.

Há duas semanas atrás tive uma discussão com o meu doce (para os que não me acompanham, é "só" um dos meus melhores amigos e uma das pessoas mais importantes na minha vida. Somos amigos há 16 anos. Vivemos uma fase mais "colorida" durante 5 anos e eu não consigo simplesmente abdicar dele). 

Eu, que já aqui me tinha queixado da minha falta de capacidade de verter uma lagrimita que fosse, chorei e chorei como já nem eu me lembrava saber fazer. Aliás, houve um período da minha vida em que chorei tanto que pensei ter esgotado todas as futuras lágrimas. Mas não! Senti-me magoada no meu âmago, na minha alma e pensei: "se uma pessoa que me conhece há uma vida me consegue fazer isto, como posso eu esperar que qualquer outra pessoa acabada de conhecer me faça diferente?" - E sim, sei! Pus-me a generalizar e a dramatizar, mas foi para o que me deu. Acreditem que podia ter sido pior.

Bem... Resolvidas as coisas entre nós, já que não conseguimos estar chateados durante muito tempo, porque magoa-nos demais, começou a dar-me esta saudade.

Todos os dias, desde então, sou assolada por memórias já perdidas no tempo, de tempos que eu sinto falta. E daí ontem o meu post sobre o R. Mas não é só com o R. É com tudo! 

Todas as noites adormeço ao sabor das minhas lágrimas, todos os dias acordo ao ritmo do meu lamento e apesar de eu ter a perfeita noção de que isto não pode continuar assim, não encontro em mim as forças e nem tão pouco o estado de espírito para sair daqui.

Sinto-me tão, mas TÃO sozinha! Sinto-me tão sem propósito, tão sem objectivos que simplesmente não percebo o que ando aqui a fazer.

Costumo dizer que só ainda cá ando, porque gosto de mim. Mas até quando este gostar de mim me vai chegar eu não sei dizer. 

"Se eu não gostar de mim, quem gostará?" - Eu tenho muita gente a gostar de mim, a amar-me até. Mas aquele amor que eu sinto precisar, eu não o tenho. E não o tenho, porque se calhar ele não existe dentro de mim... Não sei! Estou sozinha há tantos anos, que dou por mim a pensar que se calhar o problema está em mim.

Dizem que a pessoa que somos e a personalidade que temos, é construída e completada (já que acredito que 50% dela seja inata e que nasce connosco) por uma série de factores externos, como a nossa criação, os nossos pais, etc.

Se o amor que recebemos dos nossos pais sempre foi mal direccionado e muito incorrectamente manifestado... Será que posso afirmar que a culpa do que sou hoje resulta dessa disfunção? Não posso! Não é justo e nem seria correcto. Sempre esteve nas minhas mãos fazer diferente daquilo em que fui criada. Não sei. Honestamente, não sei!

Sei que raros foram os momentos em que me senti incondicionalmente amada e que precisava disso. Mas se esse amor incondicional só existe mesmo a nível parental... Que fazer? Se sempre senti que tinha de lutar por ser amada por eles, como se não fosse um amor que estive simplesmente ali para mim, mas um amor que eu tinha de trabalhar e esforçar por receber?

Enfim... Já perceberam que estou a passar por uma fase muito complicada.

"It's all comming back to me now"... Como se eu já não tivesse o suficiente que me preocupasse.

Há-de passar. Mas isto passo eu a vida a dizer e ainda que na verdade passe... Acaba por voltar. Volta sempre e acredito que volte sempre, porque nunca é resolvido.

Happy Valentine's Day!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O Primeiro Beijo

Não, não vou falar sobre o meu primeiro beijo. Vou falar sobre o primeiro beijo de cada novo relacionamento.

Não há nada igual a ele. É um beijo que vai carregado de ansiedade, expectativas, timidez, receio... É um beijo envolvido numa áurea de desconhecimento e mistério... Enfim... Pode até não ser o melhor beijo do mundo, mas será certamente aquele que nos fará sorrir com saudosismo de cada vez que pensamos nele.

E ontem, dei por mim a pensar no meu primeiro beijo com o R.

É verdade que isto já me tinha passado, mas ontem não sei como e nem porquê dei por mim a pensar nele e nas coisas que vivemos, nos momentos que passamos juntos e que ainda hoje, guardo em mim, na minha pele e no meu ser, com saudade e carinho.

Continuo a não compreender, passado todo este tempo (2 anos) por que é que me tocaste da maneira que tocaste. Mas a verdade é que me lembro de ti mais vezes do que as desejadas.

Dou por mim a pensar se não pensarei em ti por egoísmo. Pelas coisas que despertaste em mim, pelos sentimentos que me transmitias, pela segurança que me passavas... Ah, as saudades que eu tenho dos teus abraços! Eu que nunca fui uma "huggler", fiquei completamente viciada nos teus abraços. Dias há que que dava qualquer coisa só por um abraço teu. E sim eu sei que já disse isto um "milhão" de vezes e também não estou à espera que compreendam como é que se pode sentir falta de abraços desta maneira... Mas os abraços do R sempre foram especiais. Foram abraços que me aconchegaram a alma e isso será muito difícil igualar.

Mas em relação ao nosso primeiro beijo. LOL! Fico automaticamente com um sorriso imbecil estampado na cara.

Estavas farto de me roubar beijos por tudo e por nada e eu nunca retribuía. Fugia de ti e dizia que não podia ser. Estava com sérios problemas em ter esse tipo de intimidade contigo e ainda que quisesse (e queria. Aliás, ainda hoje em dia quero), não conseguia encontrar em mim o desbloqueio para te dar um beijo. 

Quando finalmente te expliquei isto, tu ficaste algo indignado. E ao contrário do que possam pensar, vocês os que me estão a ler agora, ele não ficou indignado do género ofendido por eu não conseguir corresponder aos beijos dele. Ele ficou indignado porque achava que eu o beijava aquando dos beijos roubados que ele me ia dando. E eu desatei-me a rir na cara dele e disse-lhe: "mas isso não foram beijos. Foram beijinhos e eu nem sequer correspondi". Deixei o rapaz super acanhado. Foi tão engraçado que ainda hoje me lembro da expressão dele.

Então diz-me ele: "ok, então se achas que foram beijinhos, podemos tentar dar um beijo a sério..." e começa a inclinar-se em direcção a mim, mas muito devagarinho numa de "não fujas de mim".

Eu numa luta interna completamente injustificada, fiz os possíveis para não me mexer e fiquei à espera de sentir os teus lábios nos meus.

Quando finalmente juntas os teus lábios aos meus, não me deste um beijo invasor. Ficaste gentilmente à espera da minha deixa, de um sinal em como podias continuar e quando eu (muito a custo, confesso) me rendi e comecei a corresponder, tu interrompeste o beijo, saíste porta fora do carro (sim, estávamos no carro dele), levaste a chave contigo (até hoje continuo a achar que tinhas receio que eu arrancasse e fugisse de ti), arregaçaste as mangas da camisa, tiraste a camisa de dentro das calças, praguejaste, meteste a cabeça ao nível da janela, espreitaste lá para dentro, para mim e perguntaste-me: "o que é que foi isso, mulher?".

LOLOLOLOLOL! Eu que sabia que não estava a ser um mau beijo e estava a achar a reacção dele uma delícia, digo com o meu ar mais inocente de menina casta: "isso fui eu a tentar corresponder ao teu beijo...".

- "A tentares?! Mulher... Então, por favor, não me beijes mesmo que eu..." e continuaste a praguejar e andar de um lado para o outro, mas no mesmo sítio.

Quando te acalmaste o suficiente e voltaste a entrar dentro do carro, agarraste em mim e beijaste-me fogosa e ardentemente até ficarmos os dois sem fôlego e noutro planeta. Quando o beijo acabou por motivos de força maior (tipo, respirar), olhámos um para o outro numa "mas o que é que é isto?", e ouvimos a voz do José Castelo Branco que tinha estacionado o seu Jaguar ao nosso lado e estava a conversar com o irmão do Manuel Luís Goucha.

Desatamos os dois a rir e achámos melhor sair dali, antes que a libelinha se assustasse com o calor que emanava do carro do lado.

E foi assim o nosso primeiro beijo. Aquele que eu conto como primeiro. E de todas as vezes que me lembro disto,  desato-me a rir. Também é impossível não rir com uma história destas. Ouvir a voz daquele senhor (?), vestido qual árvore de natal ali mesmo ao nosso lado, depois de um momento tão... TÃO!

E são momentos como este que eu faço por guardar. Momentos em que me senti bem. E eu já há tanto tempo que não sei o que isso é.

Gostava de voltar a sentir-me assim. Com aquele formigueiro infantil no estômago só com a expectativa de ver um alguém... De me sentir querida e desejada... Enfim! Sinto falta. PONTO.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012