Maldades, Maldades... Adoro Maldades!

Para apreciadores de "maldades" com nível, requinte e inteligência, que sabem saborear humor sátiro... Pautado por visões "dark side" do quotidiano.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Coitadas das Criancinhas!

Ontem à noite dei por mim no mais completo desespero.

Não me lembrava do que era ter uma dor de ouvidos para aí desde os 7 anos e acreditem, que não tinha saudades nenhumas da recordação.

Desesperada, tipo LOUCA (mais ainda que o normal).

Como é que é possível que criancinhas tenham otites constantemente e aguentem-nas?! Coitadinhas das crianças. Pudera que chorem. Eu sou aldulta e dei por mim a chorar agarrada aos ouvidos e a pensar "se der com a cabeça na parede, talvez as dores nos ouvidos amenizem". Era este o meu estado de loucura. Só para vocês terem uma ideia.

Como já deverão ter calculado, não consegui ir trabalhar hoje.

As dores nos ouvidos têm vindo a diminuir, mas esta tosse com expectoração mal me deixa endireitar. Pareço uma tuberculosa em fase final de vida (salvo seja).

Amigos, boa 5ªf! Eu vou continuar a andar aqui por casa feita zombie.

Gulliver's Travels

Avaliação: 4*
Não sou grande fã do Jack Black, mas admito que até gostei de ver alguns filmes dele. E este foi um deles.
Pelo menos, deu para me descontrair enquanto tentava ignorar uma terrível dor de ouvidos.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Então É Assim...

... Tenho uma otite no ouvido esquerdo, uma inflamação no direito, uma amigdalite e uma inflamação nos brônquios.

Chega? Querem mais alguma coisa?!

Da maneira que isto anda ultimamente, não devia ser muito difícil contrair mais uma porcaria qualquer.

Quando o médico me disse que tinha uma otite, até ri. Não ri muito pois as dores nos ouvidos, garganta e peito, não me permitem grandes maluqueiras, mas disse-lhe:

- Então mas não são só as crianças que têm otites?
Ele: Não! Todos temos tímpanos, todos podemos independentemente da idade ter otites.

Ok! Pronto! O que hei-de eu dizer ou fazer?!

As minhas amígdalas estão de tal forma inflamadas que as minhas cordas vocais estão a ser literalmente apertadas, logo estou com voz de cana rachada e a coisa é de tal maneira monstruosa que quem olhe atentamente para o meu pescoço ainda pensa que estou com o princípio de uma papeira ou algo do género.

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! (Isto fui eu a soltar o grito que na realidade não posso/não consigo dar.)

Estou farta! FARTA!

Em seis meses de trabalho neste novo emprego, já faltei mais vezes que em seis anos no anterior. Daqui a nada sou despedida por ser feita de me***.

Estou a trabalhar a partir de casa. Estou disponível no e-mail da empresa e por telemóvel... A minha boa vontade é muita, mas mais não posso fazer.

O médico passou-me um atestado de três dias em casa e eu ainda vou ver se consigo ir trabalhar amanhã. Se as dores horrendas nos meus ouvidos, peito e garganta melhorarem... Vou! Não posso continuar nesta vida.

Ah! E tenho até dia 16 para ficar boa... Pois tenho nova cirurgia ao nariz, lembram-se?!

Digam lá se a minha vida não é simplesmente um espanto?!

Devil

Avaliação: 3*

segunda-feira, 7 de março de 2011

"Estás Confusa!"

Foi o que me disseste há uns dias atrás, quando dei por mim a querer arranjar discusão contigo.

Precisava desesperadamente de discutir contigo e não por que tenha saudades de discusões, mas por que a pacificidade da nossa relação me está a deixar louca.

Queria que te importasses de tal maneira com os argumentos que arranjava que te fizesse ter uma reacção mais acalorada, sentida!

Às vezes, acho que nos temos demasiado garantidos na vida um do outro. E já te disse que acho que isso é mau para a nossa relação.

Continuo sempre a esperar de ti o que não me podes dar e não por que não queiras, mas por que o que me faz falta, está em mim e não em ti.

Preciso de alguém que se preocupe comigo ao ponto de ter medo de me perder. Alguém que discuta comigo, não por que quero que andemos a discutir, mas por que sou de tal maneira precisa que tem de haver um arrabatamento, um qualquer sentimento mais do que por parte da outra pessoa.

Tu sabes que nunca me irás perder. Sabes que eu estarei sempre cá para ti. Não quero com isso dizer que não me dás o devido valor. Se há alguém que o faz, és tu. Respeitas-me pelo que sou, estás sempre cá para mim, conheces-me melhor que ninguém e eu não consigo simplesmente abdicar de ti. Não consigo conceber a minha existência sem ti. Talvez por egoísmo, não sei!

Dás-me 90% daquilo que eu preciso e eu sou louca se deixar esse valor seguro por qualquer outro que não será remotamente semelhante.

Eu sei disso! Mas saber isso, também não me ajuda.

Sim, tens razão! Alturas há em "que me fazes tanto de bem, como de mal"... Mas o problema não está em ti. Está em mim! Parece frase feita, mas é a mais pura realidade!

E eu não sei o que fazer. Ando desesperada! E não te posso pedir ajuda, porque tu só irás querer acarinhar-me e tratar-me bem, enquanto eu vou estar desesperada por gritar contigo e tratar-te mal. E sabes porquê?

Por que ao tratar-te mal, trato-me mal a mim também. E existem estas alturas na minha vida, em que eu não só tenho a necessidade besta de ser maltratada por mim, mas também por aqueles que me amam... Por que foi assim que cresci. Foi esse o tipo de amor que aprendi a receber. E é errado, eu sei! É preverso e doentio... Mas eu só sei viver assim!

Perdoa-me, meu doce! Eu não queria ser este ser complexo e traumático e por muito que digas que está nas minhas mãos mudar isso, eu não consigo!

É assim que eu sou e talvez seja por isso que não me podes aceitar na plenitude na tua vida. Se calhar é por isso que não podes partilhá-la comigo, se calhar é precisamente por isso que não podemos passar da relação que temos... Por que me conheces melhor que ninguém e sabes bem o fardo que isso acarreta. E quem te poderá julgar?!

Eu não serei certamente!

Love U!

Vi Hoje

Avaliação: 3*

Avaliação: 3*

...

Já nem sei como dizer isto sem soar repetitivo, chato e até mesmo ridículo... Mas estou doente! Outra vez!

Devo ser feita de me***. Só pode! Há sempre uma qualquer macacoa a contaminar-me. Estou fechada em casa, porque ainda não sei muito bem o que tenho. Parece que está em fase de incubação.

Sintomas: febre, dores horríveis de ouvidos, garganta,maxilares e dor e ardor no peito. Estes sintomas no peito são os mesmo que tive aquando da minha bronquite aguda e ter passado os últimos três meses da minha vida a fazer visitas regulares à minha avó num Hospital dedicado a doenças respiratórias, não deve ter ajudado.

Tenho a minha cirurgia agendada para o final do mês e esta 4ªf vou visitar o Sr. Dr. para me receitar antibióticos e muito provavelmente mais um RX. Este ano se não morrer das doenças, morro das radiações e anestesias gerais que tenho vindo a levar nos últimos tempos na minha vida.

Farta! Conhecem a sensação?!

Parece que ando sempre com alguma coisa. Estou farta disto, de mim e de TUDO!

Não tenho paciência para mim e logo não a tenho para as pessoas à minha volta. Só me apetece desaparecer e ficar num qualquer plano, onde não existam dores, doenças, mágoas, problemas... Algures fora daqui! Mas se tal sítio existir, deve estar povoado de pessoas egoístas, pois nunca nenhuma se chegou à frente para nos dizer como e onde é!

Enfim... Uma colega minha de trabalho diz-me constantemente que o meu blog devia deixar de se chamar Requintes de Malvadez e passar a chamar-se "Cortar os Pulsos". Diz que é super deprimente e que se alguém se estiver para matar que ao ler-me, vai matar-se de certeza.

Lamento! Honestamente, lamento.

Escrevo sobre o que passa comigo e na minha vida. Sobre os pensamentos que vageiam perdidos na minha perturbada psique. Devo ser uma pessoa horrorosa, sombria e péssima! Que querem que vos diga?!

Querem que chegue aqui e conte anedotas? É raro achar piada a alguma.

Devo ter um ego gigante, ser egoísta, chata, ter um terrível sentido de humor e ser anti-social... No fundo, só devo ter defeitos.

E não! Não escrevo isto, para virem para aqui dizer (os que me conhecem) que eu não sou nada assim. Às vezes pergunto-me que raio de pessoa vêem em mim.

Não tenho mais nada a dizer (escrever)... Mas tenho um pedido a fazer.

Vocês, os que são felizes e têm episódios bons, cheios de boas emoções e sensações positivas, partilhem as vossas histórias comigo. Quero (preciso) acreditar que ainda existem pessoas que sabem o que é isso da felicidade. Isso da plenitude, satisfação... Como é sentirem-se amadas, preenchidas e cheias de vida!

Sei que a felicidade é um conceito superlativo, mas acredito que haja quem tenha mais momentos felizes que infelizes... Ou se calhar há quem consiga gerir melhor os positivos e "esquecer" os negativos...

... Se calhar!

sábado, 5 de março de 2011

Lady Gaga - Born This Way


Sou obrigada a reconhecer que gosto desta música!
Pronto, rendo-me! Afinal, consigo ouvir as músicas da Lady Gaga!
Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Predadora

Os meus amigos, família (que entra na definição de "amigos") e colegas de trabalho com quem falo abertamente, dizem-me que eu sou uma predadora sexual.

E o que dizer sobre isto?

Quem os ouça dizer tal coisa, até há-de pensar que eu ataco qualquer coisinha que mexa. O que é mentira. Uma GRANDE mentira.

Não tenho problemas em dizer que não tive assim tantos homens na minha vida (sexual, entenda-se) quanto as pessoas à minha volta possam pensar. Mas a maneira como falam, às vezes dá em crer (até a mim mesma) que eu sou mesmo uma predadora sexual.

O que acontece é que eu sou uma mulher que admite em alto e bom som para quem o quiser ouvir ou esteja interessado em saber, que eu ADORO sexo.

É a mais pura verdade!

Para mim é uma das partes mais importantes da nossa vida, a par do respirar, comer, dormir... Em suma: uma das nossas necessidades básicas e uma das mais primárias.

É verdade que consigo, como se homem fosse, dividir muito bem o sexo do amor. Mas isso não quer dizer que só por que me sinta atraída sexualmente por alguém, vá logo dar em cima. Tenho demasiada auto-estima, amor-próprio e respeito pela minha pessoa para o fazer.

Agora, se estou sexualmente interessada em alguém e se ainda por cima, sinto que esse interesse é recíproco, deixo bem explícito que assim o é.

Isso faz de mim uma predadora ou uma tarada sexual?!

Penso que não! Faz de mim uma mulher que sabe o que gosta e quer e que não tem receio de ir ao encontro das suas necessidades.

Tenho amigas minhas que dizem que eu sou "um bicho estranho". Que não é suposto as mulheres conseguirem dividir assim tão bem o sexo do amor, o sexo dos sentimentos e das emoções e que eu sou uma aberração.

Mas expliquem-me lá por que não posso eu gostar de sexo separadamente do acto de "fazer amor" e até poder fazê-lo com o "objecto" da minha afeição?! Uma coisa invalida a outra?!

Don't think so!

A verdade é que mesmo numa relação séria, entenda-se compromisso do tipo "eu sou tua namorada e tu és meu namorado", dou preferência ao sexo ao chamado "fazer amor". Não é que não goste. Nada disso! Mas na minha singela opinião o sexo é carnal, é um instinto, é um querer saciar os nossos desejos e vontades sem pensar e racionalizar. O "fazer amor" é uma coisa pensada. É algo que eu faço de maneira diferente, porque estou a exprimir sentimentos, emoções e lamechices afins.

Eu faço bem essa gestão, mas pelos vistos, dizem que isso não é normal. Deixem lá, também nunca aspirei à "normalidade".

Agora não me venham é dizer que sou a única! Tenho a certeza que existem (e conheço) mulheres que pensam como eu. Não devem é andar a fazer publicidade disso. E atenção, não é que eu ande, mas pelos vistos é uma coisa que se nota em mim, na minha maneira de estar e ser, segundo consta.

Um amigo meu, chegou-me a dizer que eu dava demasiada importância ao sexo. Mas acho isso engraçado. Se eu fosse homem, ninguém dizia isso. É um bocado sexista pensar assim, não acham?

Gosto de sexo! Gosto de fazê-lo, gosto de falar sobre e pensar em... Qual é o problema, digam-me lá?!

Avril Lavigne - What The Hell

quarta-feira, 2 de março de 2011

Seios Quê?!

Conversa ao jantar em casa dos meus tios, que são também dois dos meus grandes amigos...

Tio: Então, mas que te vão fazer ao nariz desta vez?
Eu: Vão abrir-me os seios peri-nasais.
Tio: Então mas tens mamas no nariz?! (A meter-se comigo, obviamente)
Eu: Tenho eu, tu e toda a gente.
Tio: Desculpa lá, mas eu não tenho mamas no nariz. Quanto muito, a ter lá alguma coisa semelhante, são tomates!

LOL!

Este meu tio é terrível, mas eu adoro o seu sempre oportuno sentido de humor.

P.S. O título deste post foi escrito propositadamente. Quero ver quantos de vocês, seus prevertidos, aqui vêm parar à pala a palavra "seios". Mentes preversas! ;)

terça-feira, 1 de março de 2011

Second Round

Então é assim, ontem lá fui eu ao Dr. Fétiche (agora vou passar a chamá-lo assim. Dá assim um toque je ne sais quoi. LOL!).

Fui mostar o resultado da minha última TAC e lá vou eu à faca, tal como já vos tinha dito. Saí de lá mesmo com data marcada. E está para breve! MEDO!

O Sr. Dr. Fétiche diz que vai ser uma coisa mais soft em comparação com a última, mas quando me disse que vou levar mais uma anestesia geral e ficar internada... Não sei bem por quê, mas a confiança nas suas palavras caiu por terra.

"Fool me once... Shame on you! Fool me twice... Shame on me!" - Sempre se ouviu dizer.

De cada vez que tenho consulta com o Sr. Dr. venho de lá profundamente perturbada. O homem mexe MESMO comigo!

Ontem e enquanto ainda estava na sala de espera, dei por mim a fazer um exercício mental no mínimo ridículo, em que repetia qual mantra para mim mesma "o Sr. Dr. é um homem bem casado e quinze anos mais velho que tu... Contrala-te e tem maneiras!".

Já viram o ponto a que eu cheguei?! Assim escrito da maneira que está até parece que eu sou alguma predadora sexual, mas a verdade é que o flirt é algo tão natural em mim como o respirar, quando um homem desperta esse meu sentido mais primário. Daí eu ter de me controlar.

É bem conhecida a minha queda por homens mais velhos. Aliás, como já o disse talvez repetidas vezes, não tenho paciência para desmamar crianças. Homens, para mim, só o são a partir dos 35 anos. Antes disso, cheiram a leite. Literalmente!

O Sr. Dr. Fétiche é o homem com maior diferença de idade em relação à minha pessoa por quem alguma vez me interessei e tenho tentado manter a postura e a distância devida a médico/paciente.

O Sr. Dr. é muito simpático e querido comigo, mas tenho que acreditar que ele o é assim com todos os seus pacientes e tirar daí o pensamento (que, não sei por quê, me foge sempre para o lado "malandreco" da coisa).

Enfim... Mais uma cirurgia vem aí e se o seguro de saúde me levantar problemas, pergunto ao Sr. Dr. se posso pagar em géneros... Ehehe! Lá estou eu!

Vou ter de lhe dizer que temos de começar a arranjar outra maneira de nos encontramos, porque esta de ele me ir às trombas está a perder a piada! ;)