Navalha de Hanlon - "Nunca atribua à malícia o que pode ser adequadamente explicado pela estupidez."
Maldades, Maldades... Adoro Maldades!
Para apreciadores de "maldades" com nível, requinte e inteligência, que sabem saborear humor sátiro... Pautado por visões "dark side" do quotidiano.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Asa - Fire On The Mountain
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Passei O Domingo A Ressacar Com Filmes
Vi estes, já não tão novos quanto isso.
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| Avaliação: 4* |
Comecei com este, porque toda a gente me fala do segundo filme e eu recuso-me a ver o 2 sem ter visto o primeiro. Comentários? What happens in Vegas should stay in Vegas... LOL!
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| Avaliação: 4* |
Não fosse eu aficcionada nos filmes da Marvel... Gostei! Passei o filme todo com a dúvida de se o actor que faz de Thor não é o que faz de Terry Bellefleur na série True Blood (mas ainda não me apeteceu perder o meu tempo e ir pesquisar).
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| Avaliação: 1* |
A seguir vi este e... Sem comentários! WTF was that?!
Percebi que queriam retirar uma lição de vida com aquilo (o filme, entenda-se), mas ok! Menos. Bastante menos!
A Ver Se A Gente Se Entende
Sim, é verdade! Eu ando mesmo na fossa. De tal maneira, que nem sei como é que as pessoas aguentam estar à minha volta. De tanto andar na fossa, já só devo cheirar a merda...
Amigos e família: eu agradeço a vossa preocupação. A sério que sim... Mas eu andar na fossa não significa que tenham de andar sempre atrás de mim a fazer comentários, a tecerem opiniões sobre o que fazer com a minha vida e a tratarem-me como se fosse uma coitadinha que precisa de ajuda.
Menos, ok?!
A ver se a gente se entende.
Eu ando mal. Sim, muito mal psicologicamente falando. Ando revoltada, desmotivada e tudo e tudo, mas andar assim não faz com que ande trombuda e de mau humor ou mau feitio.
Andar assim, não faz com que eu não aprecie as pequenas coisas do meu dia-a-dia. Não faz com que não seja bastante grata pelas coisas que tenho e que alcancei. Não faz com que não me divirta ou dê umas valentes gargalhadas.
Resumindo: estar na merda, não me faz ser uma merda.
Por isso, deixem-se lá desses comportamentos do "não te vamos deixar ficar sozinha", "dorme cá em casa", "as coisas hão-de melhorar", "tem calma" (um pequeno apontamento. Eu até podia estar muito calma até àquele momento, mas a calma vai-se toda assim que me dizem para ter calma), "há-de chegar o teu dia", "pensa positivo", bem e clichés que tais. Acho que perceberam onde quero chegar.
Eu não me queixo, pois não? Mas se vocês me perguntam como ando, não estão à espera que vos minta, pois não?
E se vos digo a verdade, é só porque estou a responder com honestidade às vossas questões. Isso não vos dá automaticamente free pass para dar palpites.
Alturas há na vida em que só precisamos de dizer o que cá vai dentro. Não precisamos de conforto, que nos passem a mão no pêlo ou dêem palmadinhas nas costas.
É que por muito grata que vos seja, pelo amor, carinho e amizade que me têm e demonstram (e sou mesmo)... Já só me dá vontade de ser falsa e dizer um "está tudo bem", só para não ter de vos ouvir dizer SEMPRE as mesmas coisas, que não me ajudam em absolutamente NADA.
Que também eu me queixo sempre do mesmo? É bem provável. Com algumas pequenas variações, os meus "problemas" são os mesmos. Mas se também não me querem ouvir, não perguntem. Hão-de reparar que por iniciativa própria, não digo nada.
Sentem-se impotentes perante os meus problemas e/ou queixumes... Olhem, também eu! Gostavam de ter o poder de me pôr bem para deixarem de me ver sofrer? Também eu! E acham que eu não penso o mesmo em relação a vocês?
Mas a vida é mesmo assim. E neste momento da minha vida, não quero que me ignorem. Não é isso. Quero sim, que aceitem que ando mal e respeitem essa minha condição sem imposições bestas e sem comentários completamente desnecessários que, quanto muito, nada mais são que pura crueldade de tamanha falácia.
Tendo dito isto: perdoem-me os mais sensíveis e que não perceberam nada do que acabei de escrever ou que me acham ingrata e "pobre e mal agradecida".
Não sou. E o que tenho de melhor na vida, são vocês. Por isso... Não me deixem perder isso também!
INXS - Never Tear Us Apart
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Broche
E não! Não vou falar de alfinetes de peito. Lamento desiludir-vos. ;)
O termo politicamente correcto é fellatio ou em português, felácio.
Amigas minhas, e amigas que eu considerava mulheres sem preconceitos, têm-me dito (não me perguntem porquê, já que NUNCA perguntei) que é coisa que não praticam.
Uma vez que são amigas que têm companheiros (leia-se, namorado, marido, vivem juntos, etc.), não compreendi. - Sim, porque andar aí a fazer broches a uns e outros... Tenham lá paciência...
Na minha santa inocência (que arrependida que eu estou), perguntei porquê. E eis que me disseram: "porque cheira mal".
E continuo eu na minha insanidade mental... Mas cheira mal, como? Não digas que o homem não se lava? É simples, tomem banho juntos antes já para criar clima ou coisa assim.
- "Não, amiga! Não estás a perceber. Cheira sempre mal!".
Confesso, não estava a compreender. Se calhar ele tem alguma condição que requeira tratamentos médicos... Vai com ele ao médico - continuo eu.
- "Ele não tem problema nenhum!".
Então, mas isso só te acontece com este ou aconteceu-te com outros homens anteriormente? - maldita a hora em que não me calei.
- "Fazer broches, mete-me nojo. Para mim, cheiram todos mal, mesmo que acabem de sair do banho. Ponto.".
Eu, praticamente a coçar o queixo, prestes a fazer um qualquer comentário freudiano sobre o assunto e não conseguindo: foda-se! Mas estás a falar a sério?!
Surpresa das surpresas. Ela não é a única. Uma série delas, aproveitaram para dizerem que também não o praticam pelas mesmas razões.
Digo-lhes eu: mas se vocês estão com a pessoa que amam, com quem partilham a vossa vida, com quem existe química e cumplicidade... Não se deviam sentir assim. Antes pelo contrário. (A minha opinião, claro).
Pois, parece que é só mesmo a minha perspectiva sobre a coisa (o coiso, no caso).
Eu, que prefiro fazer um bom broche a receber um mau minete e ainda que o minete seja extraordinário, retiro prazer em dar prazer ao meu companheiro... Achei aquilo tudo muito estranho, mas digam-me? Será a grande maioria das mulheres assim como elas e eu é que estou errada? Será que andam todas a fazê-lo (as que fingem bem) só para agradar ao respectivo e não porque realmente o queiram, desejem... Pior, que lhes meta nojo e se obriguem a elas próprias só para agradar?
E estas que assumem que não fazem e ponto... Estarão à espera do quê por parte dos companheiros?!
Perdoem-me a tacanhez do meu pensamento... Mas não consigo chegar lá. E uma vez que o assunto é de teor sexual, não me estava a referir ao orgasmo com o "chegar lá".
Felizmente essa é uma cena que assiste. :)
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Friends With Benefits
Como disse quando publiquei a minha avaliação sobre o filme que estreou há poucos dias nas salas de cinema com este mesmo título, tenho a minha opinião (muito pessoal) sobre este tema.
Eu tenho um friend with benefits e consequentemente sou-o também. Vocês já ouviram falar dele aqui, com a designação de "meu doce".
Ele é o meu melhor amigo neste mundo. É a pessoa que melhor me conhece. Acho que ele chega a conhecer coisas em mim que eu própria desconheço.
Somos amigos há 16 e há coisa de 5 anos para cá que beneficiamos de sexo sem compromissos.
Ao ver o filme compreendi que, de facto, para quem está à nossa volta (amigos e família) é difícil compreender este conceito, mas é só mesmo isso.
A nossa amizade é o que de mais importante existe entre nós. Como também já aqui o disse, não consigo conceber um mundo sem a existência dele.
Ele é a pessoa que sabe todos os meus defeitos, os meus traumas, todos os meus problemas e ainda assim aceita-me como sou, respeita-me e acima de tudo, gosta de mim. De MIM! Não daquilo que posso aparentar ou da imagem fantasiosa que algumas pessoas têm sobre mim.
Ele é a pessoa a quem recorro quando preciso de desabafar, pedir conselhos ou quando simplesmente preciso de boa companhia. É a pessoa que me escuta (não se limita a ouvir-me), me consola quando preciso, que me puxa as orelhas quando não tenho razão... Ele é o EU que me falta.
Posso dizer com toda a certeza que eu sou para ele o que ele é para mim. Acrescento: Ele é o homem da minha vida, assim como acredito que eu seja a mulher da vida dele... Então, por que não mais que amigos coloridos?
Por que, apesar de reunirmos toda esta cumplicidade, amor e carinho, são precisas mais coisas. E nós simplesmente não gostamos um do outro "dessa" maneira. Da maneira apaixonada, da maneira que faz "click", da maneira que nos arrebata.
Vivemos com esta parte mais colorida da nossa relação há 5 anos e vivemos bem com isso.
Se algum dia tiver de acabar, acaba. Aliás, já tivemos imensas "pausas" e nunca houve problemas ou constrangimentos entre nós por causa disso.
O filme dá a entender, como muitos outros que abordam o mesmo tema, que é impossível conciliar as coisas. Que as emoções e os sentimentos get in the way e atrapalham as coisas.
Como em tantas outras coisas, posso afirmar que nós somos a excepção à regra. Como o meu doce diz: "a nossa cumplicidade intelectual é mais importante que o sexo e é por isso que nós somos diferentes".
Dito isto, tenho a dizer que compreendo perfeitamente quem tem amigos coloridos e que as coisas não têm necessariamente de acabar mal.
A prova somos nós!
Love U, meu doce!
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Vi
Este há já uma semana, mas esqueci-me de vos dar a minha humilde opinião.
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| Avaliação: 3* |
Gostei do filme. É um tanto rebuscado, mas ainda assim diferente dos habituais filmes sobre vampiros.
E ontem, vi este:
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| Avaliação: 4* |
Sobre este filme, irei escrever um post com a minha visão sobre o tema "friends with benefits".
Gostei, apesar de não acreditar no tipo de desfecho que acontece, inevitavelmente, neste tipo de filmes.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Ouvi Dizer...
"Que o mundo acaba amanhã e eu tinha tantos planos p'ra depois!" - Ornatos Violeta.
By the way, adoro esta música. MESMO!
Mas não, não foi isso que ouvi dizer, embora admita que já não me surpreenderia.
Ouvi dizer que ontem estreou (na América) a 3ª temporada de uma das minhas séries favoritas The Vampire Diaries e eu nem disponibilidade tive de acompanhar.
Isto diz muito sobre o meu actual desinteresse pela vida e pelas coisas que me rodeiam.
E pronto! Era só isto que tinha a dizer...
As Aulas Começaram
O trânsito voltou a ficar caótico e lá se foi o sossego das minhas manhãs no percurso para o meu trabalho.
É ver a gaiatada toda feliz e contente no regresso às aulas, cheios de novidades para contar e bronze para mostrar numa euforia que irá durar talvez... Umas duas horas.
Depois disso, começam os queixumes do costume. Os profes que são uma seca, testes para averiguar os conhecimentos (nulos) do ano anterior... Enfim... "Been there, done that", assim como todos nós.
E é quando penso nestas coisas que me sinto cota, sendo que ontem à noite um dos meus primos, que tem 19 anos, chegou mesmo a chamar-me "cota".
Estava prestes a lançar-lhe um olhar fulminante (que tinha de ser bastante poderoso, já que a criatura mede 1,90m), quando me lembrei que também eu já tive aquela idade e que também olhava para a malta cuja idade agora me assiste e pensava o mesmo. E pensei "o ciclo da vida é uma cena fo****".
E é assim que me sinto hoje.
Fo**** e muito mal paga.
Boa 6ªf!
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